domingo, 11 de janeiro de 2009
Novidade! Likossauro agora tem seu próprio site!
Novidade na Área,agora o Likossauro tem seu site!
Aqui está o site (está em construção,precisa ser melhorado):http://sites.google.com/site/likosaurus/
Aqui está o site (está em construção,precisa ser melhorado):http://sites.google.com/site/likosaurus/
sábado, 10 de janeiro de 2009
Sobre o Styracosaurus Da História

O Styracosaurus, ou "Spike" foi mais um caso de surpresa para os cientistas da InGen. Quando acreditavam ter produzido mais Trikes, eles descobriram que os bebês nascidos pertenciam a uma outra espécie. Todos ficaram muito empolgados, pois o Spike é um animal com aparência bastante exótica.
Apenas 5 animais foram produzidos. Cinco meses depois foram levados para a lsla Nublar.
A idéia original era colocá-los no mesmo recinto dos Trikes, uma vez que pertenciam ao mesmo grupo, o dos ceratopsianos. A primeira tentativa, porém, foi desastrosa. Os Trikes rapidamente atacaram os novos moradores, matando um deles. Os 4 restantes foram rapidamente colocados num local provisório, perto das colinas na ala oeste, junto com os Euoplocephalus, criaturas conhecidas por sua gentileza. O novo local agradou muito mais os animais. Spikes e Euoplocephalus se deram muito bem. O recinto possui uma grande área de bosques, além de ocupar uma parte das altas colinas.
Descobriu-se que os Spikes, ao contrário dos Euoplocephalus que preferem os bosques mais abaixo, permanecem quase que todo o tempo nas áreas altas, cobertas pela neblina. Os Spikes só descem quando estão com sede.
Ao contrário da aparência, os Spikes são gentis por natureza. Antes de atacar, eles preferem exibir suas grandes gorjeias rodeadas de espigões. Esses espigões não costumam ser usados para combates, pois se quebram com facilidade. A grande arma do Spike é seu longo corno nasal, que pode provocar sérios ferimentos em seus atacantes. O Spike, porém, só os utiliza como último recurso. Se possível ele prefere fugir. Ao contrário do que seu físico poderia indicar, esses animais podem galopar a até 45 km/h, em arranques muito rápidos. Podem ainda erguer-se nas patas traseiras para intimidação.
Os Spikes são animais sociais. O grupo é liderado pelo macho maior. Para decidir quem lidera os machos realizam rituais de demonstração, abanando suas gorjeias para mostrar quem é o mais preparado. Combates diretos são evitados.
As fêmeas são ligeiramente menores, e possuem espigões menos desenvolvidos. Na época do cio os machos exibem cores vivas nas gorjeias, usadas para atrair as companheiras.
Os ovos são postos em ninhos circulares que ficam a uma distância de cerca de 3 m um do outro. Para chocar os ovos os Spikes, como a maioria dos grandes dinossauros, os cobrem com galhos e folhas.
Até hoje houveram pouquissímos nascimentos bem-sucedidos na selva. Em geral os ovos não eclodem. A causa é desconhecida.
Sobre a Otnielia Da História

Os "Othys" são muito parecidos com os Hypsis, diferenciando-se mais pela coloração. No aspecto comportamental, os poucos dados obtidos com a pesquisa levam a crer que se assemelham bastante aos primos Hypsis. São criaturas sociais e preferem áreas de mata densa. Evitam entrar em áreas mais abertas.
Quando o fazem, permanecem próximos a grandes herbívoros, como saurópodes, grandes ceratopsianos, Stegosaurus e Ankylosaurus, provavelmente para se protegerem de inimigos. Sua agilidade é útil nessas horas, para evitar que sejam acidentalmente pisoteados pelos gigantescos animais.
Os Othys são conhecidos por subir em árvores e saltar com extrema graça. Essas características impediram a equipe da InGen de mantê-los no recinto designado para eles e para os Callovosaurus. Os Othys facilmente escapavam dos cercados. Sendo assim eles podem ser vistos em quase todas as áreas das ilhas, com exceção das ocupadas pelos predadores.
Sobre o Tiranossauro Da História

Originalmente acreditava-se que o "T-Rex" era o mais temível predador que já existiu. Sendo assim era de se esperar que uma atração destas no Jurassic Park chamasse a atenção. Infelizmente o verdadeiro animal decepcionou a equipe da InGen.
Inicialmente o plano era o de mantê-lo nas planícies abertas do parque, onde os pesquisadores e o público em geral poderiam observar suas técnicas de ataque. Os animais, porém, preferem as áreas remotas e escuras da selva. Sendo assim sua observação é extremamente difícil. Acredita-se que o T-Rex seja sensível à luz solar, daí sua preferência por áreas escuras e por sua maior atividade concentrar-se à noite.
A primeira geração de T-Rex teve de ter inserido em seu DNA, genes de anfíbios para completar as cadeias. Esse fato trouxe alguns inconvenientes para os animais. O principal deles foi sua visão, extremamente prejudicada e baseada em movimento. Esse defeito posteriormente foi estudado e sanado na segunda geração. Ao invés de DNA de anfíbios foi utilizado o de aves. A visão melhorou consideravelmente. Os T-Rex de segunda geração podiam enxergar com clareza e sua acuidade visual aumentou muito, tanto de dia quanto à noite.
O olfato, porém, é de longe o sentido mais apurado. O T-Rex pode farejar objetos a mais de 16 km de distância. Esse sentido é muito importante para o animal poder encontrar alimento.
Quando mais jovens, os T-Rex são muito mais ágeis e ativos. Nessa fase é possível observar suas técnicas de caça entrando em ação. Eles perseguem suas presas a até 50 km/h. Entre as vítimas usuais encontram-se os dinossauros bico-de-pato, os grandes ceratopsianos e os Pachycephalosaurus. Ocasionalmente podem apanhar Gallimimus e Microceratus.
Diferente da crença popular, o T-Rex adulto prefere alimentar-se de carcaças a abater presas vivas. Os adultos maiores são mais "tímidos", vivendo a maior parte do tempo nos confins da selva. Seu tamanho e seu poderoso rugido são excelentes armas para espantar predadores menores, que deixam suas presas à mercê dos T-Rex.
Os adultos podem ocasionalmente caçar. Como não são tão rápidos, preferem emboscadas a uma perseguição veloz, na qual não teriam muita chance.
No aspecto social, o T-Rex demonstrou que as antigas teorias sobre sua conduta estavam erradas. É bem verdade que o T-Rex pode viver bem uma vida solitária.
Mas em geral os adultos maiores formam casais que uma vez unidos, jamais se dissolvem. Os T-Rex são bastante carinhosos com o companheiro. Existe um dimorfismo pouco acentuado entre os T-Rex. As fêmeas são ligeiramente maiores, com uma coloração variando entre o cinza e o marrom. Os machos são menores e esverdeados. Ambos possuem listras claras cobrindo toda a região dorsal, provavelmente para auxiliar na camuflagem.
Apesar de carinhosos entre si, tanto o macho quanto as fêmeas são implacáveis no que se refere a estranhos de sua espécie. Quando dois T-Rex estranhos se encontram, a batalha é sangrenta, terminando em geral com a morte de um ou até de ambos.
O ritual de corte é bastante interessante. O macho caça ou apanha uma carcaça e emite um chamado característico, para atrair a fêmea. Esta se aproxima e o macho oferece os despojos a ela. Se ela aceitar, então a união está completa. Ambos viverão juntos até o fim de suas vidas, inclusive defendendo-se mutuamente quando necessário.
No aspecto da reprodução, o T-Rex também surpreende. As ninhadas, compostas em geral de 2 ou 3 filhotes é defendida com fúria total pelos pais. Macho e fêmea dividem a tarefa de criar e educar os bebês.
A fêmea em geral cuida da defesa do ninho e dos filhotes. O macho cuida da obtenção de comida e da educação das crias. Os jovens T-Rex aprender a caçar e conseguir alimento com os pais zelosos.
A comunicação desempenha um papel importante entre os T-Rex. Esses poderosos animais conseguem produzir uma grande variedade de sons, que exprimem bem seu estado emocional.
O T-Rex, ao contrário da crença popular é um animal em geral calmo e tranqüilo. Sua natureza agressiva é demonstrada apenas quando seu território ou sua família são ameaçados, ou ainda quando o animal está com fome. Nesse caso é aconselhável estar bem longe do T-Rex, caso contrário nada poderá pará-lo.
Cor Dos Dinossauros Da História.
Para vocês saberem bem,os dinossauros da História tem a cor dos das fichas.
Exemplo:O alossauro da história tem a cor do que estava na ficha.
Assim,se você quiser imaginar os acontecimentos na história,já tem uma idéia.
Exemplo:O alossauro da história tem a cor do que estava na ficha.
Assim,se você quiser imaginar os acontecimentos na história,já tem uma idéia.
Sobre o Deinosuchus Da História

Os Deinosuchus são as criaturas mais mortíferas já criadas pela InGen. Os 5 animais produzidos originalmente foram colocados na área norte da Isla Sorna, onde há um grande pântano.
Pouco se sabe a seu respeito, pois todos os funcionários mandados para aquela região, nunca retornaram. Ninguém mais se atreve a entrar em seus domínios. Mesmo os dinossauros, na sua maioria, evitam a região.
Uma criatura tão grande não tem inimigos naturais. O único animal grande e poderoso o suficiente para ter alguma chance contra um Deinosuchus é o Spinosaurus. Uma grande carcaça de Deinosuchus foi encontrada desmembrada próximo ao pântano. As marcas de garras não deixam dúvidas da natureza de seu algoz.
Entre as principais presas do Deinosuchus estão os Carnotaurus e Raptores, criaturas que vivem próximas à área do pântano. Ocasionalmente atacam bicos-de-pato incautos que se perdem na área e vêm para as margens para matar a sede.
O Deinosuchus usa o ataque surpresa. Aproxima-se lentamente pela água, escondido entre as folhagens abundantes. Quando se encontra a uma pequena distância, lança-se num ataque rápido e preciso.
Ele agarra a presa com suas mandíbulas e a leva para o fundo, onde esta morre afogada.
A pressão das mandíbulas de um Deinosuchus é suficiente para partir um Carnotaurus ao meio. Numa das últimas expedições da equipe da InGen ao pântano, o barco com 15 tripulantes foi destroçado. Os ocupantes nunca foram encontrados.
Fonte:Arquivo InGen
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Sarcosuco
© Don Foley

Nome científico: Sarcosuchus imperator e S. hartii (Crocodilo Imperador da carne?)
Tamanho: aproximadamente 12 metros de comprimento.
Alimentação: carnívora.
Peso: 8 a 10 toneladas aproximadamente.
Viveu: África e TALVEZ América do Sul.
Período: Cretáceo, 110 milhões de anos atrás.
O Sarcosuchus, era conhecido até pouco tempo atrás, apenas por alguns poucos dentes e placas osteodérmicas fossilizadas encontradas nas décadas de 1940 e 1950 no deserto do Sahara, pelo paleontólogo francês Albert-Félix de Lapparent. No entando em 1997 e 2000, o paleontólogo Paul Sereno encontrou na África meia dúzia de esqueletos, sendo que um deles tem metade perfeitamente preservada e praticamente toda a coluna vertebral quase intacta.
Estudos nas placas osteodérmicas de um indivíduo que atingiu 80% do tamanho total sugerem que o Sarcosuchus crescia durante aproximadamente 50 a 60 anos, quase a média de vida de uma pessoa. O maior espécime encontrado fez os paleontólogos imaginarem que também é o mais velho encontrado, atingindo idade bem avançada. O crânio deste gigantesco crocodilo podia atingir 1.78 metros, maior que o crânio de qualquer dinossauro terópode já encontrado. Ele possuía uma característica marcante, suas mandíbulas eram muito estreitas e alongadas, ainda mais na juventude. Ao chegar a uma idade mais avançada seu focinho se engrossava, mas a diferença era pouca e a ponta perto das narinas ficava com uma forma mais arredondada. Essa forma é parecida com a encontradas em Gaviais, crocodilianos que existem nos dias atuais. Porém, ao contrário dos Gaviais, espécie em que apenas o macho apresenta o calombo ou focinho arredondado, os Sarcosuchus possuíam em todos os espécimes encontrados o focinho desta forma, ou seja, não é uma característica de dimorfismo sexual. Sereno indagou a especialistas em répteis atuais, o possível motivo de tal "protuberância", e as teorias criadas variam desde uma função auxiliadora do olfato até um sistema de vocalização. As mandíbulas eram praticamente 75% do tamanho total do crânio. Possuía 132 dentes grossos e cortantes nas mandíbulas, que exerciam grande pressão ao morder, força que junto com os dentes adaptados para segurar, tornavam a fuga da presa quase impossível.
Tinha toda a extensão de seu corpo, principalmente a parte das costas, recoberta por placas ósseas que serviam de proteção e também para sustentar a massa de seu corpo. A maior placa tinha um metro de comprimento, mas ao ganhar em proteção, o sarcosuchus perdia em agilidade e mobilidade, provavelmente porque algumas placas poderiam restringir determinados movimentos.
Esse é um dos maiores crocodilomorphos já descobertos, está entre os recordistas , ao lado do Deinosuchus e Purussauro. Há duas teorias para seu comportamento alimentar.
1º - Caçador de presas grandes: Com certeza era carnívoro e um predador provavelmente oportunista, que usa de emboscadas para capturar a presa. Podemos supor que este gigante ficava nos rios e lagos da África do início do Cretáceo, somente com os olhos para fora da água, que segundo Sereno eram adaptados a uma visão telescópica, permitindo ao animal ficar com o corpo todo submerso em maior parte do tempo, esperando que um animal, dinossauro pequeno por exemplo, se aproximasse para beber água. Atacaria em um bote mortal arrastando a vítima para a água, com ajuda de seu focinho longo e forte e dentes preparados para esmagar e agarrar, que ajudariam a liquidar a presa, matando-a também por afogamento. Após o ataque rasgaria pedaços de carne e os engoliria sem mastigar, em casos de animais grandes, porém quando a presa fosse pequena, uma tartaruga ou peixe, seria provavelmente engolidos inteiros.
2º - Dieta piscivora: No entanto, os especialistas em crocodilianos atuais, põe em dúvida essa ideia de que os sarcosuchus pudessem caçar animais grandes, porque seu focinho muito fino, estreito e frágil não suportaria um choque forte ou pressão grande e poderia quebrar ao tentar agarrar e arrastar um grande animal. Estes cientistas se baseiam em animais de hoje para isso, sendo eles o gavial já citado anteriormente, o falso gavial e o crocodilo de focinho delgado, todos com focinho fino e dieta baseada em peixes apenas, por não conseguir caçar grandes presas.
Então este animal e o gavial fazem uma dupla totalmente oposta ao atual crocodilo do nilo e o extinto Deinosuchus, ambos possuidores de mandíbulas largas e fortes adaptadas para caçar presas grandes.
Isso sugere que o Sarcosuchus é somente um equivalente ao Gavial, um grande piscivoro, ao contrário do contemporâneo Deinosuchus a América do Norte, que poderia caçar dinossauros.
Mesmo assim o Sarcosuchus é muitas vezes retratado atacando dinossauros grandes, até o suchomimus como poderá ver em seguida.
Da mesma forma que os crocodilos atuais fazem diversos sons, o Sarcosuchus também devia utilizar de ruídos variados, desde roncos e guinchos a gritos e rosnados ferozes, entre outros sons, que serviriam para marcar território, atrair parceiros para acasalar, chamar membros da família, como filhotes pequenos e espantar predadores, que a julgar pelo tamanho do crocodilo, deviam ser poucos.
Porém um dinossauro poderia tentar atacar o sarcosuchus, ou vice-versa. O Suchomimus, um grande terópode africano que media em torno de 11 metros de comprimento, viveu na mesma época e local que o sarcosuchus, permitindo que em um encontro entre ambos surgisse uma violenta luta. Se o suchomimus fosse arrastado até a água dificilmente sobreviveria, e o sarcosuchus em terra teria desvantagens em relação à altura e agilidade do outro predador. Mas o crocodilomorpho não teria problemas em atacar dinossauros grandes, como saurópodes, diz Paul Sereno, porque seu porte era tão avantajado que seria um predador do topo da cadeia alimentar naquela época.
Sarcosuco Ataca Suchomimus

Devido à disposição dos dentes, alguns pesquisadores não acreditam na teoria de que o animal comia peixes como dieta primária, pois eram dentes moldados para segurar presas grandes. Em contrapartida se analisarmos o tamanho dos peixes que viveram na mesma época, veremos que eram grandes, maiores de 1,80 metros e pesando em torno de 100 quilos, senão mais que isto, podendo ainda contar com placas protetoras na pele em forma de escamas resistentes, o que pode explicar o alinhamento de dentes do crocodilo gigante. Podemos sugerir que o réptil se alimentasse basicamente de peixes e complementasse a dieta com animais terrestres, mas somente após estar totalmente desenvolvido, pois na época juvenil o focinho seria frágil demais para esta empreitada.
O Deserto do Sahara no Cretáceo ainda era uma planície tropical com vários rios, lagos e vegetação abundante. Mas ao contrário do que ocorre atualmente, com os crododilianos que geralmente são todos de formas semelhantes, no Cretáceo da África não existia apenas um tipo de crocodilo no mesmo local, pelo menos 4 espécies diferentes e de formas variadas foram encontradas nas mesmas rochas de onde o "Supercroc" foi retirado.
Foram encontrados até hoje fósseis da coluna vertebral, ossos dos membros, placas osteodérmicas, cintura pélvica e meia dúzia de crânios, que ao contrário dos crânios de dinossauros que são mais frágeis e se fossilizam menos, o dos crocodilos são mais resistentes e rendem mais fósseis.
Os paleontólogos usam os Anéis Anulares das placas osteodérmicas dos répteis antigos para determinar a idade em que morreram, assim como os anéis de uma árvore. A cada ano uma "nova camada" se forma sobre a antiga e forma anéis que podem ser vistos num corte transversal. Cada anel teoricamente representa um ano, sendo que um sarcosuchus com 80% de seu tamanho total usado em um estudo, tinha osteodérmicas com 40 anéis, indicando que viveu por 40 anos. Alguns pesquisadores contradizem esta teoria, pois afirmam que esses anéis são difíceis de serem definidos em animais que viveram em climas sazonais sem temperaturas extremas, como é o caso da era Mesozóica.
O esqueleto mais completo não foi suficiente para determinar o tamanho máximo do animal, então o maior crânio encontrado foi usado para estimar um tamanho, baseando-se em crocodilos atuais, na proporção corporal em relação à cabeça.
Paul Sereno afirma que como os crocodilos atuais tem duas fases de crescimento, inicialmente com uma taxa de desenvolvimento rápida e com o passar dos anos uma fase de desenvolvimento mais lento. Assim também deveria ser com os crocodilos extintos.
Uma explicação plausível para o tamanho exagerado desse e de outros crocodilos extintos é que cresciam por mais tempo. Os animais atuais crescem até os 10 anos apenas, depois seu crescimento praticamente estabiliza e as mudanças são mínimas. Já o Deinosuchus por exemplo, crescia até por volta dos 35 anos, o que permitia chegar a um tamanho bem maior, assim como o Sarcosuchus.
O Sarcosuchus não é um ancestral dos crocodilos modernos, pois para ser considerado CROCODILIANO precisa estar inserido no clado Crocodilia. O Clado deste animal é o Pholidosauridae, um grupo mais distante dos crocodilianos.
IMPORTANTE: Não confunda Crocodiliano (que pertence ao clado Crocodilia) com Crocodilomorpho (que tem forma de crocodilo). Existem também o grupo chamado Crocodilomorpha, répteis com forma de crocodilo derivados dos archosauros, grupo de que descendem também aves e dinossauros, incluindo também os crocodilianos.
Placas osteodérmicas e dentes fossilizados encontrados no Brasil parecem ser de um parente muito próximo do Sarcosuchus, o que pode sugerir que a África e América do Sul estiveram ligadas ainda no Cretáceo, mesmo que por estreitas faixas de terra, ao contrário do que se pensava, pois supunham que neste período os continentes já estivessem separados.
Os fósseis foram achados no deserto Gadoufaoua, Niger no Deserto de Ténéré, o qual faz parte do Sahara. O primeiro achado foi nos anos da década de 1940 e 1950, como citado anteriormente, porém em 1964 um crânio foi descoberto e chamou a atenção de Philippe Taquet. Depois de ser enviado à França, os fósseis foram estudados até 1966 quando foram formalmente descritos e nomeados, antes de serem devolvidos ao Niger.
Seu nome provém do Latim, Sarco (carne), suchus (crocodilo) e imperator (imperador), o que talvez signifique Crocodilo imperador da Carne ou Crocodilo carnívoro imperador.
A outra expedição em busca de mais fósseis foi feita em 1997 por Paul Sereno, continuando as buscas em 2000, em uma Formação rochosa conhecida como El Rhaz Formation, qual é datado dos estágios Aptiano até Albiano do final do período Cretáceo. Além de vários esqueletos e crânios de Sarcosuchus, Sereno recuperou pelo menos 20 toneladas de outros fósseis de variadas espécies.
O escultor sobre sua escultura
© Gary Staab

O Sarcosuchus também aparece no documentário da BBC Walking with Dinosaurs Special: Giant Claw and Land of Giants. É mostrado no episódio Land of Giants, quando Nigel Marven volta no tempo por um portal até a Patagônia do Cretáceo e acaba enfrentando o crocodilo em um lago.
Fontes: Supercroc.org, Wikipedia, National Geographic.

Nome científico: Sarcosuchus imperator e S. hartii (Crocodilo Imperador da carne?)
Tamanho: aproximadamente 12 metros de comprimento.
Alimentação: carnívora.
Peso: 8 a 10 toneladas aproximadamente.
Viveu: África e TALVEZ América do Sul.
Período: Cretáceo, 110 milhões de anos atrás.
O Sarcosuchus, era conhecido até pouco tempo atrás, apenas por alguns poucos dentes e placas osteodérmicas fossilizadas encontradas nas décadas de 1940 e 1950 no deserto do Sahara, pelo paleontólogo francês Albert-Félix de Lapparent. No entando em 1997 e 2000, o paleontólogo Paul Sereno encontrou na África meia dúzia de esqueletos, sendo que um deles tem metade perfeitamente preservada e praticamente toda a coluna vertebral quase intacta.
Estudos nas placas osteodérmicas de um indivíduo que atingiu 80% do tamanho total sugerem que o Sarcosuchus crescia durante aproximadamente 50 a 60 anos, quase a média de vida de uma pessoa. O maior espécime encontrado fez os paleontólogos imaginarem que também é o mais velho encontrado, atingindo idade bem avançada. O crânio deste gigantesco crocodilo podia atingir 1.78 metros, maior que o crânio de qualquer dinossauro terópode já encontrado. Ele possuía uma característica marcante, suas mandíbulas eram muito estreitas e alongadas, ainda mais na juventude. Ao chegar a uma idade mais avançada seu focinho se engrossava, mas a diferença era pouca e a ponta perto das narinas ficava com uma forma mais arredondada. Essa forma é parecida com a encontradas em Gaviais, crocodilianos que existem nos dias atuais. Porém, ao contrário dos Gaviais, espécie em que apenas o macho apresenta o calombo ou focinho arredondado, os Sarcosuchus possuíam em todos os espécimes encontrados o focinho desta forma, ou seja, não é uma característica de dimorfismo sexual. Sereno indagou a especialistas em répteis atuais, o possível motivo de tal "protuberância", e as teorias criadas variam desde uma função auxiliadora do olfato até um sistema de vocalização. As mandíbulas eram praticamente 75% do tamanho total do crânio. Possuía 132 dentes grossos e cortantes nas mandíbulas, que exerciam grande pressão ao morder, força que junto com os dentes adaptados para segurar, tornavam a fuga da presa quase impossível.
Tinha toda a extensão de seu corpo, principalmente a parte das costas, recoberta por placas ósseas que serviam de proteção e também para sustentar a massa de seu corpo. A maior placa tinha um metro de comprimento, mas ao ganhar em proteção, o sarcosuchus perdia em agilidade e mobilidade, provavelmente porque algumas placas poderiam restringir determinados movimentos.
Esse é um dos maiores crocodilomorphos já descobertos, está entre os recordistas , ao lado do Deinosuchus e Purussauro. Há duas teorias para seu comportamento alimentar.
1º - Caçador de presas grandes: Com certeza era carnívoro e um predador provavelmente oportunista, que usa de emboscadas para capturar a presa. Podemos supor que este gigante ficava nos rios e lagos da África do início do Cretáceo, somente com os olhos para fora da água, que segundo Sereno eram adaptados a uma visão telescópica, permitindo ao animal ficar com o corpo todo submerso em maior parte do tempo, esperando que um animal, dinossauro pequeno por exemplo, se aproximasse para beber água. Atacaria em um bote mortal arrastando a vítima para a água, com ajuda de seu focinho longo e forte e dentes preparados para esmagar e agarrar, que ajudariam a liquidar a presa, matando-a também por afogamento. Após o ataque rasgaria pedaços de carne e os engoliria sem mastigar, em casos de animais grandes, porém quando a presa fosse pequena, uma tartaruga ou peixe, seria provavelmente engolidos inteiros.
2º - Dieta piscivora: No entanto, os especialistas em crocodilianos atuais, põe em dúvida essa ideia de que os sarcosuchus pudessem caçar animais grandes, porque seu focinho muito fino, estreito e frágil não suportaria um choque forte ou pressão grande e poderia quebrar ao tentar agarrar e arrastar um grande animal. Estes cientistas se baseiam em animais de hoje para isso, sendo eles o gavial já citado anteriormente, o falso gavial e o crocodilo de focinho delgado, todos com focinho fino e dieta baseada em peixes apenas, por não conseguir caçar grandes presas.
Então este animal e o gavial fazem uma dupla totalmente oposta ao atual crocodilo do nilo e o extinto Deinosuchus, ambos possuidores de mandíbulas largas e fortes adaptadas para caçar presas grandes.
Isso sugere que o Sarcosuchus é somente um equivalente ao Gavial, um grande piscivoro, ao contrário do contemporâneo Deinosuchus a América do Norte, que poderia caçar dinossauros.
Mesmo assim o Sarcosuchus é muitas vezes retratado atacando dinossauros grandes, até o suchomimus como poderá ver em seguida.
Da mesma forma que os crocodilos atuais fazem diversos sons, o Sarcosuchus também devia utilizar de ruídos variados, desde roncos e guinchos a gritos e rosnados ferozes, entre outros sons, que serviriam para marcar território, atrair parceiros para acasalar, chamar membros da família, como filhotes pequenos e espantar predadores, que a julgar pelo tamanho do crocodilo, deviam ser poucos.
Porém um dinossauro poderia tentar atacar o sarcosuchus, ou vice-versa. O Suchomimus, um grande terópode africano que media em torno de 11 metros de comprimento, viveu na mesma época e local que o sarcosuchus, permitindo que em um encontro entre ambos surgisse uma violenta luta. Se o suchomimus fosse arrastado até a água dificilmente sobreviveria, e o sarcosuchus em terra teria desvantagens em relação à altura e agilidade do outro predador. Mas o crocodilomorpho não teria problemas em atacar dinossauros grandes, como saurópodes, diz Paul Sereno, porque seu porte era tão avantajado que seria um predador do topo da cadeia alimentar naquela época.
Sarcosuco Ataca Suchomimus

Devido à disposição dos dentes, alguns pesquisadores não acreditam na teoria de que o animal comia peixes como dieta primária, pois eram dentes moldados para segurar presas grandes. Em contrapartida se analisarmos o tamanho dos peixes que viveram na mesma época, veremos que eram grandes, maiores de 1,80 metros e pesando em torno de 100 quilos, senão mais que isto, podendo ainda contar com placas protetoras na pele em forma de escamas resistentes, o que pode explicar o alinhamento de dentes do crocodilo gigante. Podemos sugerir que o réptil se alimentasse basicamente de peixes e complementasse a dieta com animais terrestres, mas somente após estar totalmente desenvolvido, pois na época juvenil o focinho seria frágil demais para esta empreitada.
O Deserto do Sahara no Cretáceo ainda era uma planície tropical com vários rios, lagos e vegetação abundante. Mas ao contrário do que ocorre atualmente, com os crododilianos que geralmente são todos de formas semelhantes, no Cretáceo da África não existia apenas um tipo de crocodilo no mesmo local, pelo menos 4 espécies diferentes e de formas variadas foram encontradas nas mesmas rochas de onde o "Supercroc" foi retirado.
Foram encontrados até hoje fósseis da coluna vertebral, ossos dos membros, placas osteodérmicas, cintura pélvica e meia dúzia de crânios, que ao contrário dos crânios de dinossauros que são mais frágeis e se fossilizam menos, o dos crocodilos são mais resistentes e rendem mais fósseis.
Os paleontólogos usam os Anéis Anulares das placas osteodérmicas dos répteis antigos para determinar a idade em que morreram, assim como os anéis de uma árvore. A cada ano uma "nova camada" se forma sobre a antiga e forma anéis que podem ser vistos num corte transversal. Cada anel teoricamente representa um ano, sendo que um sarcosuchus com 80% de seu tamanho total usado em um estudo, tinha osteodérmicas com 40 anéis, indicando que viveu por 40 anos. Alguns pesquisadores contradizem esta teoria, pois afirmam que esses anéis são difíceis de serem definidos em animais que viveram em climas sazonais sem temperaturas extremas, como é o caso da era Mesozóica.
O esqueleto mais completo não foi suficiente para determinar o tamanho máximo do animal, então o maior crânio encontrado foi usado para estimar um tamanho, baseando-se em crocodilos atuais, na proporção corporal em relação à cabeça.
Paul Sereno afirma que como os crocodilos atuais tem duas fases de crescimento, inicialmente com uma taxa de desenvolvimento rápida e com o passar dos anos uma fase de desenvolvimento mais lento. Assim também deveria ser com os crocodilos extintos.
Uma explicação plausível para o tamanho exagerado desse e de outros crocodilos extintos é que cresciam por mais tempo. Os animais atuais crescem até os 10 anos apenas, depois seu crescimento praticamente estabiliza e as mudanças são mínimas. Já o Deinosuchus por exemplo, crescia até por volta dos 35 anos, o que permitia chegar a um tamanho bem maior, assim como o Sarcosuchus.
O Sarcosuchus não é um ancestral dos crocodilos modernos, pois para ser considerado CROCODILIANO precisa estar inserido no clado Crocodilia. O Clado deste animal é o Pholidosauridae, um grupo mais distante dos crocodilianos.
IMPORTANTE: Não confunda Crocodiliano (que pertence ao clado Crocodilia) com Crocodilomorpho (que tem forma de crocodilo). Existem também o grupo chamado Crocodilomorpha, répteis com forma de crocodilo derivados dos archosauros, grupo de que descendem também aves e dinossauros, incluindo também os crocodilianos.
Placas osteodérmicas e dentes fossilizados encontrados no Brasil parecem ser de um parente muito próximo do Sarcosuchus, o que pode sugerir que a África e América do Sul estiveram ligadas ainda no Cretáceo, mesmo que por estreitas faixas de terra, ao contrário do que se pensava, pois supunham que neste período os continentes já estivessem separados.
Os fósseis foram achados no deserto Gadoufaoua, Niger no Deserto de Ténéré, o qual faz parte do Sahara. O primeiro achado foi nos anos da década de 1940 e 1950, como citado anteriormente, porém em 1964 um crânio foi descoberto e chamou a atenção de Philippe Taquet. Depois de ser enviado à França, os fósseis foram estudados até 1966 quando foram formalmente descritos e nomeados, antes de serem devolvidos ao Niger.
Seu nome provém do Latim, Sarco (carne), suchus (crocodilo) e imperator (imperador), o que talvez signifique Crocodilo imperador da Carne ou Crocodilo carnívoro imperador.
A outra expedição em busca de mais fósseis foi feita em 1997 por Paul Sereno, continuando as buscas em 2000, em uma Formação rochosa conhecida como El Rhaz Formation, qual é datado dos estágios Aptiano até Albiano do final do período Cretáceo. Além de vários esqueletos e crânios de Sarcosuchus, Sereno recuperou pelo menos 20 toneladas de outros fósseis de variadas espécies.
O escultor sobre sua escultura
© Gary Staab

O Sarcosuchus também aparece no documentário da BBC Walking with Dinosaurs Special: Giant Claw and Land of Giants. É mostrado no episódio Land of Giants, quando Nigel Marven volta no tempo por um portal até a Patagônia do Cretáceo e acaba enfrentando o crocodilo em um lago.
Fontes: Supercroc.org, Wikipedia, National Geographic.
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
DinoTime. Participe!
Participe do promoção DinoTime,enviando:
Nome Completo:
Cidade:
Estado:
Trabalho:
O trabalho pode ser,um desenho,uma foto encontrada na Internet...
Qulquer coisa!
Obs:Se a foto/trabalho não for original de você,Diga de quem é,se não souber,não será necessário procurar saber.
Acaba:dia 10 de janeiro,irei fazer o sorteio no mesmo dia,e,irei anunciar o vencedor,que ganhará:Vários dados sobre seus três dinossauros que o vencedor mais gosta,e,Jogo Dinosaur Battles e JPOG,o último será o demo,pois ainda não sei onde encontrar o completo,mas se um dia conseguir,conte comigo!
O que está esperando? Participe!
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terça-feira, 23 de dezembro de 2008
De Volta A Pré História III Ep. 1

Capítulo 1:A Idéia.
Nicmar e Carlos tem a idéia de voltar a ilha morte,eles vão,mas não é bem esta a ilha que eles estão,e sim a Isla Sorna.
Eles caminham até encontrar um barco,eles vêem um rio,e resolvem nadar,até encontrarem um grupo de braquiossauros,anquilossauros,estegossauros,parassaurolofos,coritossauros e etc.
Um dos braquiossauros olha para eles chega a noite e eles estão num outro lugar mas é o mesmo rio e aparece um Ceratossauro,mas Nicmar e Carlos dizem que ele não é perigoso,chega o dia,e agora eles estão no centro de Visitantes com as pessoas
da InGen,quem criou os dinossauros da Ilha sorna e alguns visitantes,eles resolvem fazer um passeio Nos jipes chamados Land Cruisers,eles passam por 3 Recintos:O Do Spinosaurus,Tyrannosaurus e Dilophosaurus.
Até logo!
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De Volta A Pré-História
Trailer De Volta A Pré-História III
Imagens:Jurassic park I,II e III,Walking With Dinosaurs da BBC.
Música:Do jurassic park
Dra. Andressa
Guilherme K.
Dr. Carlos
Dr. Nicmar
João
Dr. Alex
Alexandre
Natália
Guilherme.F
Dra. Ana
Kátia
Cristian
Eluana
Dayse
Luís
Luíza
Vilões:
Dr.Kirk
Dr.Patterson
Dr.Slick
Dra.Sabrina
Dinossauros:Vários
Equipe(s) amiga(s):InGen e DinoSyn
Música:Do jurassic park
Dra. Andressa
Guilherme K.
Dr. Carlos
Dr. Nicmar
João
Dr. Alex
Alexandre
Natália
Guilherme.F
Dra. Ana
Kátia
Cristian
Eluana
Dayse
Luís
Luíza
Vilões:
Dr.Kirk
Dr.Patterson
Dr.Slick
Dra.Sabrina
Dinossauros:Vários
Equipe(s) amiga(s):InGen e DinoSyn
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De Volta A Pré-História
De Volta A Pré História - From Time Dangers. Ep. 23

Ep. do dia:O Resgate.
Carlos diz para Guilherme K. se ele não tem um celular com ele,ele diz que não,Luís diz que tem um,Luís liga para a casa dele e o seu filho,de 3 anos atende,luís diz:Quem fala?
Filho de luís:Papai?
Luís:Sim,é o papai filho,dê o telefone pra mamãe tá?
Filho de luís:O Que papai?
Luís:Dê o telefone pra mamãe ouviu? o Papai quer falar com a mamãe!
Filho de luís:Tá
O Filho de luís dá o telefone para sua mãe.
Mulher de luís:Alô,quem fala?
Luís:É O luís! nós fomos de novo aquela ilha sabe né?
Mulher de luís:sim.
Luís:liga pro resgate! por favor! não sei se sobreviveremos!
Mulher de luís:Ok
Mulher de luís liga ao resgate.
Mulher de luís:Alô? é do resgate?
Resgate:Sim.
Mulher de luís:Vocês precisam resgatar meu marido e os amigos dele também!
Resgate:Onde que é?
Mulher de luís:Sabem a Ilha Morte? é ela então eles estão lá por favor os resgatem!
Resgate:Ok,tchau!
Mulher de luís:Tchau!
O Resgate desliga o telefone.
Eles chegam a ilha e resgatam eles,mas um tiranossauro abocanha luís bem nessa hora,mas o resgate consegue puxar Luís da boca do T-Rex,que vai embora,luís se recupera só no dia seguinde da mordida. eles vão para casa e fazem uma festa.
FIM!!
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De Volta A Pré-História
De Volta A Pré História - From Time Dangers. Ep. 22

Ep. do dia:Temos de sair daqui!
Eles conversam sobre sair da ilha,mas ninguém diz ter celular,rádio,ou algo para se comunicar.
Eles ouvem algo andando,é enorme,e aparecem dois saurópodes,e um Carcarodontossauro também,ele tenta atacar um dos saurópodes,mas não tem sucesso.
Eles caminham mais,sendo que já é noite,e eles vêem um rio,eles pescam uns peixes e cada um come o seu logo após assar os peixes.
Comendo,todos numa roda ao redor do fogo,eles conversam,sobre como irão sair daquela terrível ilha,eles arrumam suas barracas e vão dormir,até eles acordarem,eles ouvem algo,é um Spinosaurus,todos ficam quietos,até mesmo natália,pois ela já sabe,bem,nem é isso mesmo,pois ela nem estava afim de se mecher,mas ela quase chora,o Spinosaurus saí dali.
Até o 23!
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De Volta A Pré-História
De Volta A Pré História - From Time Dangers. Ep. 21

Ep. do dia:Os triceratops G2.
Eles vêem um grupo de triceratops! Mas o resto do grupo diz que esses triceratops são diferentes daqueles que eles viram a 4 anos atrás. Carlos e Nicmar dizem que esses são os triceratops G2. Eles perguntam:G2? Sim! dizem os cintistas. Os triceratops de antes eram G1,não eram muito adaptados,e,também Só tinham 80% de DNA De triceratops,Para completar as cadeias,os cientistas usaram mais 20% de DNA De lagarto Teíu,mas estes,tem apenas 50% de DNA de triceratops,para completar as cadeias,usaram DNA de Estiracossauros criados por eles mesmos,sendo assim,triceratops mais desenvolvidos,e quem saiba,talvez possam existir até os G3 e
G4.Eles saem dali,e agora vão para um lugar com um rio e várias árvores.
Até logo!
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De Volta A Pré-História
De Volta A Pré História - From Time Dangers. Ep. 20

Ep. do dia:Velociraptores de novo?
Eles estão numa cozinha velha do parque,até entrarem dois raptores,eles se escondem,só que um dos raptores vê eles e ataca Anderson,que é todo cortado.
Eles saem dali bem na hora em que os raptores não os vêem,mas logo após eles sairem da Cozinha,um Tiranossauro aparece,é o mesmo que devorou Matheus e Edilaine,ele tenta devorar mais um,mas não tem sucesso.
Agora,caminhando por uma floresta...
Ah,com 21 você sabe!
Aviso:Coloquei a foto dos raptores querendo atacar Tim (é esse o nome do piá?) em Jurassic Park,pois não tinha outra melhor.
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De Volta A Pré-História
De Volta A Pré História - From Time Dangers. Ep. 19

Ep. do dia:Numa floresta...
Eles estão em uma floresta,e vêem um AnkylosaurusQue é logo atacado por um Spinosaurus que sai vitorioso da luta,pois com uma cabeçada vira o "Anky" de barriga para cima,a qual é o seu ponto fraco,o "Spino",começa a comê-lo,mas não se satisfaz e tenta atacar nossos amigos,mas não tem sucesso.
Desta vez,eles encontram algo pior;Um Giganotosaurus Carolinii. ele tenta devorar luís,mas não consegue,mas resolve devorar larissa,que é logo devorada por ele.
Até o 20!
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De Volta A Pré-História
Sobre o Alossauro da história

O Allosaurus ou apenas “Allo”, talvez seja o grande dinossauro carnívoro mais conhecido, depois do Tyrannosaurus.
Um dos DNAs que a InGen possui e que haviam sido estocados por não terem sido usados no primeiro Jurassic Park, foi classificado como um possível grande carnívoro jurássico, mas não se sabia qual. Quando os primeiros filhotes saíram dos ovos e neles observou-se às características que se sabiam ser comuns aos Allosaurus, a equipe da InGen ficou muito feliz, pois novamente tinha conseguido criar um dinossauro “clássico”, que já esta presente dentro do imaginário popular e que com certeza chamaria muito a atenção dos visitantes.
Mas o Allo ainda ia demonstrar que tinha outras surpresas para revelar...
Enquanto estavam sendo cuidados pelo pessoal do berçário, os bebês Allo eram muito brincalhões e se apegaram facilmente às essas pessoas que cuidavam deles, até mesmo para com pessoas estranhas, os pequenos Allos mostravam-se muito amigáveis.
Porém um dia enquanto estavam sendo alimentados, uma fêmea estava tão ansiosa para comer que, acidentalmente, mordeu o braço do funcionário que os estava alimentando. A principio não parecia nada grave, pois a mordia nem foi tão profunda (e também os dentes do bebê ainda erram muito frágeis para causar um grande estrago). No entanto algo aconteceu...
Poucas horas depois o funcionário começou a reclamar que estava com o braço dormente e que não consegui movê-lo. A seguir ele desmaiou, ficando num estado que lembrava um tipo de paralisia. O funcionário só foi acordar no dia seguinte, mas mesmo assim não conseguia mexer nenhuma parte do corpo. Nos dois dias seguintes ele ficou em observação e no terceiro dia ele começou a aparentar melhoras. Em pouco tempo ele estava de pé e pronto para voltar a ativa.
Perguntado sobre o que ocorreu para que isso tivesse ocorrido, ele contou que nada de mais havia acontecido, apenas que havia levado uma pequena mordida de um dos bebês Allo.
A partir desse momento, novos estudos sobre os Allosaurus tinham de ser feitos. Como estavam na idade de começar a receber animais vivos como fonte de alimento, os testes seriam mais fáceis de serem feitos.
Um cabrito foi solto no cercado dos jovens Allos, que a principio não sabiam o que fazer e pareciam até ter medo do mamífero. Mas um dos pequenos carnívoros resolveu agir e deu uma mordida de leve no cabrito. Por coinscidência era a mesma fêmea Allo que havia mordido o funcionário do berçário. Vendo que o cabrito não era ameaça e sim comida, todos os Allos resolveram atacar.
Cada um deu uma mordida de leve no animal e se afastou. Quase que imediatamente o cabrito caiu no chão sem mexer um músculo. Esse era o momento de interferir, um funcionário entrou no cercado tirou os Allos de lá e foi observar o que havia ocorrido com o cabrito. Por incrível que pareça ele não estava morto, todas as mordidas juntas não foram suficientes para matá-lo, e sim paralisado, do mesmo modo que ocorreu com o outro funcionário.
Mas como os Allosaurus fazem isso? Isso seria descoberto no teste seguinte. Um cabrito falso foi colocado no cercado dos Allos, sem que eles estivem dentro, em seguida os Allos foram colocados no cercado. Como eles já sabiam o que fazer, rapidamente atacaram o boneco e em seguida se afastaram. Daí, novamente um funcionário os tirou do cercado e foi observar o falso cabrito. Ele observou que nos locais das mordidas havia um líquido ralo e amarelado. Recolheu um pouco e levou par os cientistas analisarem.
Quando o resultado saiu, foi confirmado o que se achava que era aquele líquido, uma potente toxina paralisante que afeta os músculos, mas não mata a presa. Logo depois um dos Allos foi anestesiado e foi submetido a um estudo anatômico onde se descobriu que como o monstro-de-Gila, os Allos possuem grandes glândulas na mandíbula inferior, e que essas glândulas são ligadas por canais às bases dos dentes.
Provavelmente essa toxina era usada pelos Allosaurus antigos para ajudar a controlar presas que seriam muito fortes e provavelmente lutariam diante do perigo, como grandes sauropódes. Com apenas uma mordida um grande herbívoro podia ser jogado imóvel ao chão, podendo ser rapidamente abatido.
Com o tempo, como acontece com todo predador a ferocidade dos Allos foi aumentando e eles não podiam mais ficar perto de humanos. Foram então transferidos para o seu recinto. Lá todos Allos formaram um grupo comandado pela mesma fêmea que foi a “responsável” pela descoberta da toxina. Como em outros dinossauros carnívoros, as fêmeas Allosaurus são maiores e mais fortes que os machos, por isso ela, por ser a mais forte, foi impondo suas vontades aos outros Allos, tornando-se assim a líder do grupo.
Nas caçadas as presas que o pessoal da InGen fornece, todo grupo participa e sempre que um Allo ataca uma presa, ele a morde e deixa a toxina fazer efeito para depois comê-la.
Uma observação interessante é que uma vez realizada a primeira mordida, os outros membros do bando quase que automaticamente repetem o feito. Alguns cientistas da InGen acreditam que a toxina libera ainda um odor característico, um tipo de feromônio, que estimula outros Allos a atacarem também.
Por essa toxina ser tão forte em paralisar sem matar, os cientistas da InGen estão estudando-a para que talvez, seja possível criar um novo tipo de anestésico que possa ser usado para tranqüilizar os animais ou parque ou até ser usado na medicina humana.
É a ciência mostrando que um ser extinto que trazido de volta à vida, pode vir a ajudar a humanidade.
Fonte:Arquivo InGen.
De Volta A Pré História - From Time Dangers. Ep. 18

Ep. do dia:E Ainda tem os bebês!
Agora,perto de um rio,eles resolvem descansar,até ouvirem algo,é um som de algum Dino filhote,aparecem dois Acrocantossauros filhotes,logo depois,ao olharem para trás,aparece a mãe Acrocantossauro,com um dino herbívoro na boca,ela dá aos filhotes,e também dá uma cabeçada forte em alguns dos nossos amigos,para proteger seus filhotes,eles correm,a mãe fica cuidando de seus filhotes,até eles verem um grupo de estegossauros e kentrossauros,até aparecer um Allosaurus Fragilis,o qual mata um estegossauro,que é devorado,nossos amigos correm,at´pe chegarem na mesma floresta em que um albertossauro apareceu,lembra?,então,eles estão lá.
Até o 19!
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De Volta A Pré História - From Time Dangers. Ep. 17

Ep. do dia:Essa não...
Numa tempestade,eles vêem alguns jipes,do Jurassic Park,pelo menos escrito neles,sabe os do primeiro filme né? do JP? esses!
,ok,voltando a história,eles entram e dá tudo certo,até aparecer o T-Rex macho,que ataca o jipe de natália,que grita antes do automóvel ser atacado,e mais ainda na hora do ataque,deixando o animal muito furioso,conseguindo destruir o veículo.
Ele destrói tanto,que foi necessário ajuda de Dr. Nicmar e Dr. Carlos,que retiraram todos de lá,mas o T-Rex tenta atacá-los,e devora a mão inteira de Luís.
Eles encontram um laboratório,que por azar,não é o dos criadores dos temíveis répteis,mas lá,eles produzem em 20 minutos,uma mão mecânica para luís,que ganha a mão,eles prometem que se saírem vivos dali,eles vêem alguém que queira doar orgãos,e vão pedir a mão,para dar a luís (Não sei bem se as mãos são doadas também,mas aqui pelo menos sim),mas eles avistam um Alossauro,que tenta morder natália,que é mordida no braço,eles todos correm,ela também,e logo ao despistar o "Allo",chamado por eles,natália caí e não move um músculo,e desmaia,no dia seguinte,ela acorda,mas sem mover o braço mordido,acontecem vários perigos,como todo dia,e,no dia seguinte,ela melhora.
Então? o que esperas? você precisa ver o 18!
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